Archive for the ‘minha autoria’ Category

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Hakani

outubro 12, 2010

Ela me chama de Samantha Sparks, porque “me” viu um filme de animação com uma jornalista chamada Sam.
Ela quebra todos os paradigmas e me faz rir o tempo todo. É espontânea e muitas vezes usada por Ele para curar a minha vida.
Pintou minhas unhas de verde e pediu perdão por ter me “rasgado” (a revistinha com o desenho da Sam Sparks).
Tem horas que penso se é profético essa amizade, pelo sonho meu de ser Jornalista. Será que ela não afirma em mim reforçando uma fé do que está pra chegar?
Enfim, eu a amo mesmo não seguindo o “toda criança tem direito a brincar” porque estudo muito, segundo ela.
Hakani
E aqui eu posto um poema que um amigo fez pra ela e traduzi para os gringos.
Por Wellington Oliveira
Hakani

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Chegou

outubro 12, 2010

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A Rede Social

outubro 2, 2010

A rede social que nos cerca é algo muito interessante e abrangente para povoar os pensamentos nos dias de hoje.
Ontem assisti aqui na América, o lançamento do filme dirigido por David Fincher chamado ‘The Social Network‘ (talvez em português: A rede social).
O filme é baseado em fatos reais e conta a tumultuada e polêmica história do fundador do site de relacionamento mais acessados dessa década chamado Facebook. Mais de 500 milhões de acessos que transformaram o popular jovem de harvard de QI elevado, em o mais jovem bilionário do planeta.

O que faz pensar sobre o ‘planeta’ virtual criado em nossa geração.
Nosso famoso Orkut – fundado na Noruega, comprado pela Google, mais acessado por Indianos e Brasileiros, atualmente operado pela Google Brasil – é o que conecta o nosso mini mundo no país verde e amarelo.
Apesar do sucesso, muitos brasileiros tem se dirigido ao facebook devido a expansão que ele oferece conectando diversas nações e fazendo do mundo o quintal de muitas casas.
E que planeta é esse, aonde todos tem a necessidade de postar suas ideias e fazendo da vida um livro aberto que jamais poderá ser deletado? Aonde as pessoas nos julgam pelas fotos que veem, escrevem sobre uma saudade que nem sentem e se importam com os outros somente quando eles postam alguma coisa?
A impressão que se tem é que a vida real é guiada pela virtual, e confusões acontecem por uma simples mudança de perfil, ou determinamos as pessoas pelo que lemos em seus posts, determinamos personalidades, e é fácil deletarmos quem não gostamos.
A pergunta é: aonde isso está nos levando?
Um senso de liberdade de expressão, com a expansão da informação, propagação das ideias, a denúncia e o poder que temos em mudar as notícias, são vantagens dessa sociedade virtual que criamos. Entretanto, somos forçados a reduzir a escrita, formatando as ideias em caracteres, muitas vezes mal interpretados pelos ‘leitores’ assíduos de nossas vidas.
5% do que é vivido é exposto e as pessoas assumem conhecer 95% do seu perfil. Comentamos mais fora sobre o virtual do que dentro sobre a vida real.
A rede social já não é mais tão social assim quando não olhamos nos olhos, ou ouvimos a voz, mas lemos a mensagem quebrada de texto, trazendo a ambiguidade da interpretação que toma conta dos nossos relacionamentos.
Uma falsa aproximação que afasta as pessoas. A falta do compromisso com a palavra amizade, e a superficialidade, sincretismo e relativismo, moldam em silêncio aquilo que pensamos ser só uma brincadeira, distração.
Daqui para frente, cada vez mais teremos vários mundos dentro do mundo. Aqueles que criamos, o que desejamos ter, quem desejamos ser. A aparência domina e abafa a verdade, e não há um compromisso em se defender a verdade. Isso sem a generalização, porém fazendo o grande uso da palavra ‘maioria’.

Sim, temos coisas relevantes dentro dessa caixa, o problema é o interesse por se acessar coisas relevantes.
E novamente o questionamento de: O que temos feito com nossas redes sociais?
O que temos feito com a nossa vida social?
O que estamos trazendo de relevante para ambas as sociedades, tanto física como virtual?
Em que as redes sociais estão nos moldando para a próxima geração?
A vida tem pressa, e corre am alta velocidade. Talvez o senso de coisas eternas já não sejam tão eternas assim.
Talvez devemos parar e pensar, o que acontece com o restante dos 5.5 bilhões de pessoas ao redor do verdadeiro mundo! Quem sabe isso quebre a sensação de que ao sentar na cadeira e expressar as idéias em posts, faça o mundo girar ao nosso redor!

Nádia Carolina

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INTO HOPE

setembro 18, 2010

I know I don’t write in english very often,
The reason is because this blog was made for my portuguese thoughts.
Now I am kind of confuse. Should I open a new blog more ‘english style’ or should I split my brain into english / portuguese memories?
So today I have decided it is going to be in english.
—-
You may be thinking about the title of this blog: INTOHOPE
Intohope for what? in a ‘falling apart’ world like this.
Where sometimes there are somethings we barely can see the future of it, or at least admire it
The fog of corruptions and lies and wars for personal interests are so thick and dense that we cry out…
not for sadness or grief, but just because it is hurting.
Red of blood, of dust, of love
of contrast

INTOHOPE for me is to see the future with different lenses, pictures that were not edited
The real truth, and have hope in the beauty behind the scenes
The real beauty
no contrasts
Even so we can not see, it is out there
The beauty of cultures, beauty of colors and tastes. Beauty of intelligence, and what the word ‘beauty’ can not describe.
I believe in this beauty
Of being born in the midst of war
Of a wedding day when sometimes there is no future to dream of
The smile of an innocent and poor child who doesn’t need to find happiness because she already has it.
The sense of color kites in a black and white sky.
INTOHOPE of the mystery of the ocean where more than 80% of human world will never see.
Hope in the uniqueness in the cultures that globalization will never break down.
In the eager hearts trying to find truth and truth wisdom.
The uniqueness of the sounds, that cars and buildings and craziness of this developed world will never silenced.
The singularity of the fingerprint, a face, a personality.
And so many other things out there we may not see, but they are there
And I am here, INTO HOPE

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É como …

agosto 18, 2010



Aprender a Biblia pra mim é como: “Uma tela branca (eu), três pincéis de Grande qualidade, e 66 bisnagas de tinta a óleo das mais variadas cores.” 39 cores já foram usadas #pintura

Studying the bible to me is like: “A blank canvas ( I ), three great quality paintbrushes, and 66 colorful oil paints.” 39 were already used #SBS #Godspainting

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Sobre minha Brasilidade

agosto 18, 2010

Desde criança eu penso sobre minha ‘brasilidade’. Lembro que aos 10 eu sempre perguntava pra Deus o porque Ele tinha me feito brasileira se eu amava os Estados Unidos …
Hoje, moro nos Estados Unidos, mas amo mais o Brasil e menos os EUA. Não que não ame, só uma questão de comparação.

Porém agora, o problema aumentou, porque aqui fora, ninguém acredita que sou brasileira. Convivo com a constante pergunta: – Você mora no Brasil mas é …?!?!?
[suspiro, conto até 10 e respondo]
– Sou brasileira, brasileira mesmo
– Nossa nunca que eu ia dizer que vc era brasileira
[suspiro, não conto mais até 10 …. silêncio]
Fico lutando com todas as forças para defender minha brasilidade!
A pergunta mudou um pouquinho:
– Deus, porque o Senhor me fez brasileira, para morar fora do país, se ninguém acredita que sou uma?
. . .
Acho que a receita de Deus para me fabricar tinha muito de um ingrediente só:
DI-VER-SI-DA-DE
Amo as culturas, amo falar outras línguas, amo viajar, amo estar fora do Brasil …. sendo brasileira.
Sou…
Meio indígena? Nordestina? Portuguesa? Holandesa? Judia? (Esse último não pode ser, se fosse uma, seria rica e não sou), minha família perdeu a árvore genealógica e eu nunca encontrei.
Soma + Multiplica x Subtrai – e o resultado = Brasileira
Já que não sei meu ‘background’, descendência, nunca vi a tal da ‘árvore’ talvez tenha que conviver afirmando a mim mesma sempre a seguinte frase:
– Even if I don’t look like, I am FULL, FULL Brazilian!

E eu agora pergunto para os estrangeiros:
– E qual é a cara do Brasil?
O Brasil é a cara do mundo, a terra adorada, entre outras mil és tu Brasil ó pátria amada …. Pátria Amada Brasil.
Eu amo ser brasileira, e aqui fora tem um gosto todo especial. Brasileiro tem gosto de alegria, comunhão, de ‘chega mais’, de inclusão, paixão, perseverança, para olhar o lado bom da criatividade ‘jeitinho brasileiro’.

Somos sim, uma nação cheia de defeitos, cultura com necessidade de redenção.
Mas Deus me assou no forno dessa terra e ali eu nasci, um bolo de fubá, tapioca, coxinha, brigadeiro, ou mais pra um bolo nega ‘maluca’. Sei lá
Enfim, a lição disso tudo que sinto Deus me ensinar aqui diariamente é:
O que importa, aonde quer que eu esteja, seja qual for a nacionalidade ou receita ‘que eu seja’, seja qual for a cor, o sabor, o cheiro … o que realmente importa é quem eu sou em Deus, pra Deus e por Deus.
Isso é o mais relevante, o que realmente faz a diferença dentro de mim e através de mim para as pessoas.
Seja brasileira com cara de européia como eles dizem, morando no Pacífico casada com um descendente do país ao lado ‘logo ali cruzando o oceano’, o que importa é quem eu sou, quem ele é, e quem nossos filhos serão em Deus
pra Deus
por Deus
Vivendo com toda a nossa diversidade de multi-culturalidade redimida, sangue ‘sabor Brasil’, a gente segue fazendo um esforço para refletir as características herdadas da árvore genealógica do nosso Pai.

Nádia Carol Otake

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Pedaço de Poesia . . . outro

julho 13, 2010

Eu sinto sim, falta das Seleções
que eu lia do meu pai
Sentada em frente aquela cristaleira de imbuia velha
Lendo as Enciclopédia des-atualizadas e sonhando com o tiozinho
Vindo na porta vender a Barsa, e meu pai comprar é claro
A falta de sonhar que seria arquiteta,
Recortando plantas de casas coloridas
Sonhando com o dom que nunca tive
Um leve devaneio de infância
Me lembro dele, o Djavan, único que restou
Naquela fita cassete velha
Tornando-se o resquício de MPB da minha Infância, Juventude . . . até entender o que era MPB
Sinto falta sim, dos livros de Poesias do meu pai
Com aquelas capas magníficas de cores nada atraentes, mas que eu lia sem parar
Um Castro Alves,
Casimiro de Abreu
Um Carlos Drummond
Saudade de folhear o álbum de fotos laranja, e achar fotos PB das antigas. . .
. . .Do meu pai e minha mãe
Tentar lembrar o nome dos primos
E de que um dia tive olhos azuis, fui careca e depois de cachos dourados
As provas
De uma simples infância
Cheia de sonhos e fotografias, aqui na mente
De quando tudo era tão simples, tão singelo, tão
Sonhador
. . .