CORAÇÕES MOCHILEIROS
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A gente já se encontrou numa rodoviária, eu mais modesta, chegando de um ônibus, ele de carro pra nos pegar, Bauru-SP, ano de 2006. Dois loucos largando o concreto pelas incertezas da vida na estrada de Deus. O próximo encontro foi num ônibus em Campinas, depois no aeroporto de Guarulhos, em seguida um avião para a Itália com escala no aeroporto de Zurique, Suíça quando após tomar um dramim ele parecia chapado e em segundos tivemos que achar a plataforma do próximo avião pra Roma. Aquela estação de trem em Roma, cheia, aonde tivemos que eperar pra ficha cair e saber o que fazer, pegar um trem para Perugia e depois fazer na estação Tiburtina (quem esquece esta?) a vontade de fazer xixi e a falta de forças para carregar malas na subida das escadas, antes de chegar finalmente na Estação Ponte San Giovanni, Perugia, nosso destino final. Eu não entender uma palavra em italiano como “bisogna aiuto?” (precisa de ajuda?) e dizer um “no” meio espanhol meio sei lá que língua, por não entender a gentileza da senhora, mas ele entendia, só que já estava fora do trem cuidando das coisas que já havíamos levado.Entre ônibus e trens, estações em estações, como a de Florença aonde quase fomos linchados pelo maquinista porque saímos quando a porta estava fechando e de nosso grupo de cinco, três ficaram para dentro e duas pra fora, mas graças aos socos e chutes de uma delas, conseguimos abrir a porta com o trem em movimento e as duas correndo atrás gritando em uma mistura de “italianglês” e sairmos todos rindo como loucos. Quando estivemos em Ancona (Litoral Itália) e perdermos o trem, com uma equipe de 6 pessoas. Subir as escadas e ver minha mala se esborrachar no chão por falta de alças (neste momento uma para cada lado). Munique na Alemanha, comprando souvenir no aeroporto e tentando entender alemão. Chegar ao Brasil, deslumbrada com os alpes suíços (vista aérea) e mais deslumbrada em ouvir português, muiiito português após três meses.Guarulhos, Campinas, Bauru, Cascavel, finalmente de carro, malas pra lá e pra cá. Depois nos encontramos na rodoviária de Maringá-PR, para ir ao um casamento, tanta saudades, o frio de novamente se ver. De lá pro Rio de Janeiro, rodoviária que nem sei o nome. Reencontrar a equipe e curtir por mais um dia. Novamente aeroporto de Guarulhos, mas desta vez somente para despedir dos amigos. Circular no Rio, e rodoviária, para embarcar de volta a Bauru. A cada novo olhar, novo encontro sentia meu coração conhecê-lo melhor e se apaixonar.Depois nos encontramos em Piratininga, aonde embarcamos de “mala e cuia” no Casamento. Viajamos pra Natal, conexão em Fortaleza. Caos nos aeroportos mas deu tudo certo. Já fomos para Curitiba, depois Cascavel-PR, praia de São Francisco do Sul-SC e Campinas-SP.De Campinas a São Paulo, de São Paulo a Campinas ou Bauru ou Jaú?Já fomos para muitos lugares, e isso é só o começo de uma viajem que teve início em nossos corações quando escolhemos amar um ao outro. De viajens em viajens, nossos corações serão sempre mochileiros, dispostos a ir aonde Deus mandar. De saudades em saudades a gente se ama cada dia mais e curte os detalhes que a vida rotineira nos roubou. Eu viajo nele e ele em mim e assim seguimos rumo aquilo que está na próxima estação do “futuro”. Rick, Amo você em todas as línguas e estações!Nádia Carol







Nádia, amo viajar com você. Amo Carregar suas malas, fazer e desfazer malas. Tomar o assento do avião, entrar em filas de ônibus, filas de checkin, filas prá comer, filas prá ir ao banheiro, filas prá entrar, filas prá sair. Tudo prá viajar, sair de um lugar e chegar em outro, sem saber direito o que vai acontecer. Viajar é sonhar. Amo sonhar com você, e ver que Deus reservou você prá viajar do meu lado.
Te amo.
Rick
Ai meu Deus….quanto amor nesse blog, que coisa mais fofa gente….amiga to quase chorando aqui….fala sério….que lindo quero viver viagens assim….rsrsrs
Amo amo